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Variação Sazonal da Respiração Edáfica na Floresta Nacional de Caxiuanã, Pará, Amazônia Oriental

João de Athaydes Silva Júnior, UFCG, athaydesjunior@yahoo.co.uk (Presenting)
Antonio Carlos Lola da Costa, UFPA, lola@ufpa.br
Pedro Vieira de Azevedo, UFCG, pvieira@dca.ufcg.edu.br
Rafael Ferreira da Costa, UFCG, rfcostampeg@gmail.com
Paulo Henrique Lopes Gonçalves, UFPA, phlg@ufpa.br
Daniel B. Metcalfe, UEDIN, s0343986@sms.ed.ac.uk
Alan Pantoja Braga, INMET, alan_meteoro@yahoo.com.br
Maurício Castro da Costa, UFPA, mcc_307@hotmail.com
Yadvinder S. Malhi, UOX, yadvinder.malhi@ouxe.ox.ac.uk
Patrick W. Meir, UEDIN, pmeir@ed.ac.uk
Luiz E. O. C. Aragao, UOX, laragao@ouxe.ox.ac.uk

A Floreta Nacional de Caxiuanã possui 330 mil hectares e está situada aproximadamente 400 km a oeste da cidade de Belém, no Estado do Pará. O Museu Paraense Emilio Goeldi administra uma estação de pesquisa a Estação Científica Ferreira Penna (ECFPn) com 33 mil hectares na região. O experimento ESECAFLOR (O impacto da seca nos fluxos de água e dióxido de carbono em uma floresta tropical Amazônica), consiste da simulação de um período de estiagem na floresta para avaliar o seu impacto prolongado nos fluxos de água e dióxido de carbono em uma floresta tropical amazônica, visando investigar a exclusão de água no solo sobre o ciclo da floresta, e as alterações provocadas pelo evento. Em sua estrutura física, o ESECAFLOR será composto por duas parcelas (A e B) de 1 hectare cada. A parcela A foi usada como referência para os experimentos realizados na parcela B, onde foi feito a exclusão de aproximadamente 60% da água da chuva. O carbono no solo é o componente principal do ciclo de carbono terrestre assim, um aumento ou diminuição de pequenas quantidades de carbono no solo pode gerar um impacto grande na concentração atmosférica de CO2. As análises apresentadas neste trabalho referem-se a informações obtidas durante os meses de janeiro de 2005 e março de 2006. A estação chuvosa foi considerada como os meses de dezembro a junho e a estação seca os meses de julho a novembro. Observou-se que a respiração média do solo foi maior na estação chuvosa nas parcelas A e B 3,49 μmol.CO2.m-2.s-1 e 3,88 μmol.CO2.m-2.s-1 respectivamente, e menores na estação seca 3,41 μmol.CO2.m-2.s-1 e 2,44 μmol.CO2.m-2.s-1 respectivamente.

Science Theme:  CD (Carbon Dynamics)

Presentation Type:  Poster

Abstract ID: 4

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