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ND-09 Resumo

Dinâmicas Biogeoquímicas nos Corredores dos Rios da Bacia Amazônica e suas Respostas às Mudanças Antropogênicas.

Jeffrey E. Richey — University of Washington (US-PI)
Reynaldo Luiz Victoria — CENA - Centro de Energia Nuclear na Agricultura (USP) (SA-PI)

Objetivos





Propomos

estudos em quatro áreas temáticas do LBA-Ecologia, com ênfase principal nas

dinâmicas da química da superfície da água e ênfase secundária nas dinâmicas

dos nutrientes, fluxos de gases traço e carbono. Nossos objetivos de pesquisa

são:





  • Estabelecer as fontes geográficas e geoquímicas

    de espécies de C, N e P nos corredores dos rios.

  • Definir as conseqüências biogeoquímicas da

    química da água (e em menor escala as emissões de gás) de perturbações

    antropogênicas comparativamente à

    variabilidade ambiental natural.

  • Determinar o destino de sedimentos no fluxo do

    rio, nutrientes e material orgânico mediados pelas propriedades do transporte

    do sistema do rio e a reatividade dos materiais em si mesmos.

  • Extrapolar esses resultados e contribuir para a

    modelagem biogeoquímica global do LBA mediante a assimilação de dados sobre

    carbono, nitrogênio e fluxos de umidade a partir de bancos de dados experimentais,

    de torre e de aeronaves em atividades de sensoriamento remoto e modelagem do

    nosso projeto EOS IDS.


A

pesquisa se concentrará na bacia do rio Ji-Paraná e se estenderá com medições

mais modestas a outras bacias em Rondônia e ao longo de transectos do LBA e outros na Amazônia (em

sítios onde seja possível uma colaboração local significativa). Trabalharemos

ao longo de gradientes de umidade e uso da terra, com a intenção de quantificar

fluxos-chave e entender a dinâmica subjacente dos corredores fluviais.





A

partir dos detalhes finais e exatos, sujeitos à outras negociações com os

parceiros do LBA, iremos:









1.

Desenvolver um modelo da bacia de drenagem em

escala variável para processos

biogeoquímicos que incluem balanços hídricos e de curso (em conjunto com

trabalho em hidrologia em regiões do LBA). Isso irá demandar o desenvolvimento

de modelos digitais de elevação em múltiplas escalas e dados espaciais de

camadas (topografia, solos, uso da terra) suficientes para avaliar resoluções

de 4 km, 1 km e 30 m. Os modelos hidrológicos melhorados irão permitir

implementar uma consideração mais detalhada dos processos e fatores

mecanicistas que controlam a evolução e a decomposição de material orgânico,

nutrientes e grases traço dentro do ambiente do modelo CASA.









2.

Estabelecer e operar uma rede de amostragem na

bacia do rio Ji-Paraná que irá

permitir a medição da variabilidade temporal nas distribuições de fluxo de

água e a composição química associada na saída da bacia, para

então, progressivamente, trabalharmos rio acima, coletando amostras de

diversas sub-regiões, em direção aos rios de baixa ordem. Para aplicarmos os

resultados em toda a bacia, serão exploradas áreas de resolução mais baixa

em regiões de Rondônia e no Amazonas.









3.

Nesses sítios, faremos medições de parâmetros

hidrológicos, água subterânea e química do rio (NO3, NH4, PO4, alcalinidade,

pH, O2, CNP orgânico dissolvido e em pequenas partículas,

principais ânions e cátions, e isótopos estáveis comuns, área da

superfície, aminoácidos individuais, açúcares individuais e reagentes CuO

derivados de celulose, e concentrações de gases (dependentes do estoque)

e fluxos (CH4, N20 e CO2). Avaliaremos as fontes de N2O usando d15-N e d180 de

N2O; transformações de ON a NO3 serão avaliadas usando técnicas d15-N. Produção

no leito e mineralização serão investigadas com as distribuições de gases

dissolvidos (O2, CO2, N2O, CH4, 180 2)









4.

A extrapolação regional no contexto geral do ciclo biogeoquímico será

baseada em medições em séries temporais por imagens multiespectrais

ao longo dos transectos do LBA para validar e determinar incertezas nos

inputs de sensoriamento remoto (por exemplo, FPAR, radiação solar líquida,

temperatura, vegetação não-fotossintética) a partir de dados de imagens.

Esses dados são usados como input para nosso modelo de ciclo regional biogeoquímico

e hidrológico EOS-IDS.





















última modificação: 04/18/02 08:59:16 AM


email de contato:

lbaeco-info@lba-email.gsfc.nasa.gov



responsável na NASA: Dr. Darrel Williams, Code 923






da

NASA

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