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TG-01 Resumo

Meteorologia e Transporte de C e N para o LBA-Ecologia

Robert B. Chatfield — NASA/HQ and Ames (US-PI)
Maria Assunção Faus da Silva Dias — IAG/USP (SA-PI)

Hipóteses e Cuidados





Somente

trabalhos mais recentes dentro do LBA-Ecologia nos permitirão testar e

colaborar com a comunidade científica com tópicos de interpretação das

concentrações atmosféricas de CO, CO2 , CH4,N2O

e aerossóis, bem como avaliação de perdas de carbono na Amazônia.







  1. O ambiente atmosférico da área de

    estudo do LBA-Ecologia será afetado por influxos de ar de fora na baixa

    troposfera e este influxo será maior durante as estações chuvosas. Estes, ao

    menos, diluirão as concentrações dos gases traços como óxido nitroso,

    metano, isoprenos, monóxiodo de carbono, particulados , etc. O período da estação

    chuvosa será também o período de máxima mistura na vertical, por exemplo, por

    inversão. Veja também a proposta do MTPE, anexa, em especial a página da frente que mostra efeitos fortes mesmo

    durante a estação seca.




  2. A composição do ar que entra na

    Amazônia é complexa. Por exemplo, em março e abril há influxos de ar

    provenientes de áreas oceânicas limpas em muitas partes da Amazônia.

    Entretanto, ocorre um influxo significativo de ar da região mais ao norte da

    América do Sul (e mesmo de regiões mais ao sul na América do Sul) e das

    Antilhas. Todas estas regiões praticam queimadas e atividades industriais

    durante estes dois meses. A maior parte do influxo é originario do Saara, que

    se encontra no pico de sua estação de queimadas, e, portanto, tratando-se de um

    ar poluído e de composição complexa. Como o trabalho preliminar indica, estes

    efeitos podem ser esporádicos e pobremente quantificados no presente, mas não devem

    ser desprezados.




  3. A perda de isoprenos e outros

    orgânicos na Amazônia permite determinar uma estimativa da perda de C dos

    ecossistemas da região, 1.5% a 4% do NPP. Estas percentagens afetam a percepção

    de um sistema agrading. Quando

    períodos de 25 a 100 anos são considerados,.o CO pode constituir 15% a 60% dos

    produtos “finais” (ex., material que pode escapar para fora da

    Amazônia) da

    oxidação do isopreno. Outras espécies podem aderir a superfícies ou serem

    levadas pelas chuvas, provavelmente vento abaixo. Medidas de CO e gases traços

    orgânicos no CLAIRE e aerossóis orgânicos e condensáveis por Paulo Artaxo em

    várias épocas nos darão informações sobre as estimativas de perda de C na

    Amazônia.






Resumo do Trabalho Proposto





Propomos:







  1. Comparar e melhorar as simulações da

    composição química da troposfera sobre a Amazônia, onde cientistas americanos e

    brasileiros usarão modelos meteorológicos de mesoscala e de escalas maiores.

    Cientistas da USP e do Centro de Pesquisa Ames/NASA selecionaram períodos

    passados de medições intensa para intercomparações (por exemplo, períodos do

    SCAR-B e ABLE). Este trabalho comparará quantitativamente os efeitos das

    parametrizações de camada limite planetária e de ventilação eólica.




  2. Permitir inferências da perturbações

    da parte mais baixa da troposfera da Amazônia por influências externas.

    Usaremos simulações incisivas de tracejadores para destacar as perturbações

    esperadas nas concentrações de metano e óxido nitroso. Já que os efeitos destas

    espécies de longa vida são pequenos e que pequenas diferenças nas

    concentrações, devido ao transporte, podem ser usadas para inferir efeitos

    maiores, simularemos também o ciclo do CO, aerossóis de fumaça e talvez NO/NO2.

    Além do interesse climático destas espécies, esperamos destacar os processo de

    trocas com mais detalhes e, para tal, algumas espécies podem ser amostradas por

    sensoriamento remoto.




  3. A proporção que as medidas acumularem,

    durante o LBA-Ecologia, esperamos começar nossos estudos que descrevem o

    papel do isopreno, outras emissões árboreas que não o metano e seus

    produtos no balanço do carbono na Amazônia. Estes estudos servem dois

    propósitos. Primeiro, ajudarão a definir a exportação de CO da floresta

    chuvosa para o resto do planeta, durante estações de baixas queimadas em

    escala global e, segundo, a examinar os efeitos do C e N na Amazônia a

    níveis significantes. Estudos mecânicos e químicos do retorno do isopreno

    aos ecossistemas estão excluídos, mas serão possíveis:






  • Estudos iniciais dos perfis de

    isopreno e de suas concentrações usando modelos unidimensionais de camada

    limite e, portanto, ganhar algumas informações sobre os fluxos de isopreno de

    uma floresta e um local de gases de “maior aderência” e aerossóis, relativo a

    superfície das florestas.

  • Estudos de grande escala sobre o fluxo

    de carbono na Amazônia, baseando-se em estimativas de eficiência de conversões

    para CO, genericamente orgânicos “pegajosos” ou aerossóis.

  • Comparações de observações e medidas

    serão feitas nas fases finais do projeto. Qualquer estudante envolvido precisará

    familiarizar-se com modelagem e química em um estágio de treinamento.,








    Data da última atualização:
    18 de maio de 1998

      







    última modificação: 04/18/02 08:59:16 AM


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    lbaeco-info@lba-email.gsfc.nasa.gov



    responsável na NASA: Dr. Darrel Williams, Code 923


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